Acontece com quase todo mundo. Não passou nem 15 minutos desde a última vez que você checou seus e-mails, mas alguma coisa lhe diz que é preciso olhar a caixa de mensagens outra vez. Mais oito mensagens o esperam. São ordens do chefe no trabalho, convites pessoais, arquivos encaminhados, alertas de notícias. Caso consiga não entrar imediatamente em surto, a opção é se enfiar nas mensagens e responder tudo. Até passar mais 15 minutos...
O e-mail existe para facilitar a comunicação das pessoas, mas não são poucas as que preferiam não té-lo por perto. Todo esse estresse poderia ser reduzido com o auxílio de outras ferramentas de comunicação: messenger, SMS, blog, redes sociais, RSS e até mesmo o velho e bom telefone ou é por que não? É uma rápida caminhada até a mesa do colega.
As opções de comunicação estão cada vez mais diversificadas e pouca gente tira proveito disso. Uma pessoa leva 64 segundos para se concentrar novamente no que estava fazendo após parar para checar seus e-mails. Faça suas contas: É muito tempo perdido em uma sociedade cuja lógica é a produtividade e a competição.
Como fazer para fugir da tentação? Qualquer ruptura tende a ser radical, voce simplesmente não usa mais e-mails e prefere se comunicar pelo messenger e o Orkut. E-mail é muito impessoal. A comunicação deve se tornar cada vez mais intimista
O mau uso do e-mail é comprovadamente fator de estresse e angústia. Uma pesquisa britânica, da qual participaram pessoas de profissões com alta exigência de criatividade e comunicação, mostra que 64% delas checam e-mails pelo menos uma vez por hora e 35% a cada 15 minutos, essas últimas qualificadas como estressadas.
A idéia não é abandonar totalmente o e-mail, embora até seja possível. Mas pense sobre uma afirmação. H´q 15 anos, todo mundo sabia os telefones dos amigos de cor. Há 5 anos, era o endereço de e-mail que estava na cabeça. Hoje, para falar com as pessoas mais próximas, você não precisa nem dele. Certo ou errado?
domingo, 31 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
10 coisas para não se fazer antes de morrer
Curtir a vida nunca exigiu tanto esforço. Desde que Dave Freeman e Neil Teplica publicaram o livro Cem Coisas para Fazer Antes de Morrer, em 1999, listas do tipo vem criando um sem-fim de obrigações a ser cumpridas antes que soe a hora final. Tem até uma lista dos cinquenta peixes a ser pescados.
Freeman morreu em agosto, de acidente (aos 47 anos e tendo completado metade da lista), mas legou a permanente sensação de que sempre falta fazer alguma coisa importante.
Para amenizarem a minha frustração, três livros recentes listam o que não fazer antes de morrer.
Eu, que ainda não cheguei aos 40 anos, vi as listas do que fazer e tive a sensação de que nunca iria conseguir.
Primeiro fiquei meio deprimido. Depois percebi que era ridículo e decidi livrar-me desse tipo de opressão.
Melhor resumir, não se mate se você não conseguir e para ser mais pratico, aqui vão dez coisas que não se devem fazer antes de morrer.
Visitar o Taj Mahal: Conhecer o mausoléu transformado em declaraçãoo póstuma de amor é item obrigatório dos viajantes aventureiros. Atente-se para o fato de que o monumento é cercado de Índia por todos os lados: o rio cheira mal, o calor é insuportável, mendigos imploram por trocados e, acima de tudo, há turistas demais. Todos, sem exceção, tirando fotos que serão versões pioradas das imagens dos cartões-postais e guias de turismo. Eu não estive no Taj Mahal e acho que acontece o mesmo que com as piramides do Egito e com Machu Picchu: já vimos tanto na televisão e em fotos que, ao vivo, não são tão bonitos. Também dizem que é incrével mergulhar nas Maldivas, mas eu nem sei nadar. E aposto que muitas daquelas cenas eu vi em Procurando Nemo.
Conhecer vinho: Algumas pessoas nasceram no terreiro, outras no terroir. é possível, com grande esforço, fazer a transposição de um para o outro. Se não tiver jeito para a coisa, faça como todo mundo e escolha o vinho pelo preço. Saiba que a lei da oferta e da procura funciona: os mais caros são os melhores e os menos caros são os não tão bons.
Aprender outra língua: Grego antigo, alemão moderno, mandarim? Quem já fala no mínimo outros três idiomas pode se dispensar da obrigação. A regra só não serve para mulheres solteiras que querem usar o método de aprender italiano, na Itália, usando o universal e comprovado método de namorar um local.
Ler Guerra e Paz Ou Ulisses, ou a Ilíada: São obras-primas da literatura, é verdade. Mas ninguém é obrigado a ler suas centenas de páginas se não aproveitar de verdade. Em resumo: não acabe um livro de que você não gosta. Leia outra coisa.
Completar uma maratona: Não basta caminhar na esteira, correr no parque, gastar o calçadão? Para os obcecados por saúde, quem nunca correu 42 quilómetros, como o soldado grego Feidópedes (que morreu depois de completar o trajeto entre Maratona e Atenas), é um sedentário comedor de pipoca na frente da televisão. Se der muita vontade, deite e espere passar.
Pôr em prática o Kama Sutra: Ou fazer sexo na praia. Ou no avião. Sexo é prazer, não competição. Desde quando contorsão corporal é coisa erótica?",. Sem o peso da obrigatoriedade, quem sabe surjam umas idéias.
Assistir a Boca Juniors e River Plate no Bombonera, em Buenos Aires Ou ao Fla-Flu no Maracanã, a Corinthians e Palmeiras no Pacaembu: Quem torce por algum dos times já foi. Quem não torce ficará impressionado por não mais que quinze minutos. E ainda restarão 75 minutos de péssima comida e banheiros muito, muito sujos.
Pular de pára-quedas ou fazer bungee jumping: Ou, radicalismo dos radicalismos, praticar o "zorbing", assustadora modalidade em que o praticante é colocado em uma bola gigante, muitas vezes cheia de água, que rola morro abaixo. Nunca tinha ouvido falar nisso até ler as listas do que fazer. Se você é viciado em adrenalina, faz sentido. Eu sofri um acidente de carro e posso dizer que a sensação é a mesma. Taquicardia, frio e tremedeira. É muito desagradável.
Ir a uma praia de nudismo: Além de correr o risco de sofrer queimaduras em áreas nunca dantes bronzeadas, você se sentirá inferior diante de corpos mais bonitos ou constrangido por outros nem tanto. E passará o dia sendo examinado por estranhos.
Ficar rico: Se não ficou até agora... não vai ficar e dificilmente ficará
Freeman morreu em agosto, de acidente (aos 47 anos e tendo completado metade da lista), mas legou a permanente sensação de que sempre falta fazer alguma coisa importante.
Para amenizarem a minha frustração, três livros recentes listam o que não fazer antes de morrer.
Eu, que ainda não cheguei aos 40 anos, vi as listas do que fazer e tive a sensação de que nunca iria conseguir.
Primeiro fiquei meio deprimido. Depois percebi que era ridículo e decidi livrar-me desse tipo de opressão.
Melhor resumir, não se mate se você não conseguir e para ser mais pratico, aqui vão dez coisas que não se devem fazer antes de morrer.
Visitar o Taj Mahal: Conhecer o mausoléu transformado em declaraçãoo póstuma de amor é item obrigatório dos viajantes aventureiros. Atente-se para o fato de que o monumento é cercado de Índia por todos os lados: o rio cheira mal, o calor é insuportável, mendigos imploram por trocados e, acima de tudo, há turistas demais. Todos, sem exceção, tirando fotos que serão versões pioradas das imagens dos cartões-postais e guias de turismo. Eu não estive no Taj Mahal e acho que acontece o mesmo que com as piramides do Egito e com Machu Picchu: já vimos tanto na televisão e em fotos que, ao vivo, não são tão bonitos. Também dizem que é incrével mergulhar nas Maldivas, mas eu nem sei nadar. E aposto que muitas daquelas cenas eu vi em Procurando Nemo.
Conhecer vinho: Algumas pessoas nasceram no terreiro, outras no terroir. é possível, com grande esforço, fazer a transposição de um para o outro. Se não tiver jeito para a coisa, faça como todo mundo e escolha o vinho pelo preço. Saiba que a lei da oferta e da procura funciona: os mais caros são os melhores e os menos caros são os não tão bons.
Aprender outra língua: Grego antigo, alemão moderno, mandarim? Quem já fala no mínimo outros três idiomas pode se dispensar da obrigação. A regra só não serve para mulheres solteiras que querem usar o método de aprender italiano, na Itália, usando o universal e comprovado método de namorar um local.
Ler Guerra e Paz Ou Ulisses, ou a Ilíada: São obras-primas da literatura, é verdade. Mas ninguém é obrigado a ler suas centenas de páginas se não aproveitar de verdade. Em resumo: não acabe um livro de que você não gosta. Leia outra coisa.
Completar uma maratona: Não basta caminhar na esteira, correr no parque, gastar o calçadão? Para os obcecados por saúde, quem nunca correu 42 quilómetros, como o soldado grego Feidópedes (que morreu depois de completar o trajeto entre Maratona e Atenas), é um sedentário comedor de pipoca na frente da televisão. Se der muita vontade, deite e espere passar.
Pôr em prática o Kama Sutra: Ou fazer sexo na praia. Ou no avião. Sexo é prazer, não competição. Desde quando contorsão corporal é coisa erótica?",. Sem o peso da obrigatoriedade, quem sabe surjam umas idéias.
Assistir a Boca Juniors e River Plate no Bombonera, em Buenos Aires Ou ao Fla-Flu no Maracanã, a Corinthians e Palmeiras no Pacaembu: Quem torce por algum dos times já foi. Quem não torce ficará impressionado por não mais que quinze minutos. E ainda restarão 75 minutos de péssima comida e banheiros muito, muito sujos.
Pular de pára-quedas ou fazer bungee jumping: Ou, radicalismo dos radicalismos, praticar o "zorbing", assustadora modalidade em que o praticante é colocado em uma bola gigante, muitas vezes cheia de água, que rola morro abaixo. Nunca tinha ouvido falar nisso até ler as listas do que fazer. Se você é viciado em adrenalina, faz sentido. Eu sofri um acidente de carro e posso dizer que a sensação é a mesma. Taquicardia, frio e tremedeira. É muito desagradável.
Ir a uma praia de nudismo: Além de correr o risco de sofrer queimaduras em áreas nunca dantes bronzeadas, você se sentirá inferior diante de corpos mais bonitos ou constrangido por outros nem tanto. E passará o dia sendo examinado por estranhos.
Ficar rico: Se não ficou até agora... não vai ficar e dificilmente ficará
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Carta para as mulheres
Não importa o quanto pesa. é fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual.
Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas.... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fraçãoo de segundo.
As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são muito retas e sem formas, e parecem agredir o corpo maravihoso das mulheres.
Não hé beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem!
Para andar de cara lavada, basta a nossa... sem graça. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas.
Por que razão as cobrem sempre com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curviléneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímiaca e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez! Procurem agradar a nós, e não só a vocês; porque nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas e maravilhosas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é simplesmente linda!
As jovens são lindas... mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por Karina Zzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, que entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, alegres, e que sabem controlar sua natural tendência e culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol', nem em Spa... viveram!
O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. é o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no!
Cuidem-se!
Amem-se!
A beleza é tudo isto. Tudo junto!
Assinado: UM HOMEM
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual.
Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas.... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fraçãoo de segundo.
As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são muito retas e sem formas, e parecem agredir o corpo maravihoso das mulheres.
Não hé beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem!
Para andar de cara lavada, basta a nossa... sem graça. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas.
Por que razão as cobrem sempre com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curviléneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímiaca e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez! Procurem agradar a nós, e não só a vocês; porque nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas e maravilhosas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é simplesmente linda!
As jovens são lindas... mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por Karina Zzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, que entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, alegres, e que sabem controlar sua natural tendência e culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol', nem em Spa... viveram!
O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. é o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no!
Cuidem-se!
Amem-se!
A beleza é tudo isto. Tudo junto!
Assinado: UM HOMEM
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