Acontece com quase todo mundo. Não passou nem 15 minutos desde a última vez que você checou seus e-mails, mas alguma coisa lhe diz que é preciso olhar a caixa de mensagens outra vez. Mais oito mensagens o esperam. São ordens do chefe no trabalho, convites pessoais, arquivos encaminhados, alertas de notícias. Caso consiga não entrar imediatamente em surto, a opção é se enfiar nas mensagens e responder tudo. Até passar mais 15 minutos...
O e-mail existe para facilitar a comunicação das pessoas, mas não são poucas as que preferiam não té-lo por perto. Todo esse estresse poderia ser reduzido com o auxílio de outras ferramentas de comunicação: messenger, SMS, blog, redes sociais, RSS e até mesmo o velho e bom telefone ou é por que não? É uma rápida caminhada até a mesa do colega.
As opções de comunicação estão cada vez mais diversificadas e pouca gente tira proveito disso. Uma pessoa leva 64 segundos para se concentrar novamente no que estava fazendo após parar para checar seus e-mails. Faça suas contas: É muito tempo perdido em uma sociedade cuja lógica é a produtividade e a competição.
Como fazer para fugir da tentação? Qualquer ruptura tende a ser radical, voce simplesmente não usa mais e-mails e prefere se comunicar pelo messenger e o Orkut. E-mail é muito impessoal. A comunicação deve se tornar cada vez mais intimista
O mau uso do e-mail é comprovadamente fator de estresse e angústia. Uma pesquisa britânica, da qual participaram pessoas de profissões com alta exigência de criatividade e comunicação, mostra que 64% delas checam e-mails pelo menos uma vez por hora e 35% a cada 15 minutos, essas últimas qualificadas como estressadas.
A idéia não é abandonar totalmente o e-mail, embora até seja possível. Mas pense sobre uma afirmação. H´q 15 anos, todo mundo sabia os telefones dos amigos de cor. Há 5 anos, era o endereço de e-mail que estava na cabeça. Hoje, para falar com as pessoas mais próximas, você não precisa nem dele. Certo ou errado?

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